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A influência do clima nas negociações do agronegócio: o que você precisa saber
Entenda como as mudanças climáticas podem impactar os preços dos insumos e o que fazer para superar essas variações. No agronegócio, onde a produção e a negociação de insumos dependem diretamente de fatores externos, as condições climáticas surgem como uma das variáveis mais impactantes. Chuvas excessivas, longos períodos de seca, granizo, variações bruscas de temperatura e até mesmo fenômenos climáticos como El Niño e La Niña podem alterar significativamente a oferta e a demanda dos produtos, influenciando os preços e a dinâmica das negociações. Neste artigo, vamos abordar como o clima impacta a precificação de insumos do agronegócio e o que os consumidores devem considerar ao tomar suas decisões nesse segmento. Impactos climáticos na oferta de produtos do agronegócio O clima exerce influência direta na produtividade de insumos do agronegócio. Culturas como a soja, o milho e o trigo demandam condições específicas de temperatura, umidade e luz solar para atingirem seu potencial máximo de rendimento. Alterações em qualquer um desses fatores podem comprometer toda a safra. Por exemplo, em casos de seca prolongada, o volume de produção pode ser reduzido significativamente, diminuindo a oferta e, consequentemente, elevando os preços desses insumos no mercado. Além disso, a qualidade dos produtos também pode variar conforme o clima. Chuvas excessivas durante o momento de colheita, por exemplo, podem prejudicar a integridade dos grãos ou causar perdas irreversíveis. Isso interfere no poder de barganha entre compradores e fornecedores, frequentemente resultando em custos mais elevados. Impactos na demanda e na logística A demanda por insumos do agronegócio também pode oscilar em função do clima. Durante períodos de seca, muitos produtores optam por reduzir o cultivo ou priorizar culturas mais resistentes, alterando a composição do mercado e afetando os preços de diversos itens, como grãos, cereais e até fertilizantes. No âmbito logístico, chuvas fortes ou outros

Como as taxas de câmbio impactam os contratos de matéria-prima e as importações
Entenda como os preços dos insumos sofrem alterações com mudanças nas moedas O agronegócio é um setor altamente influenciado pelo mercado internacional, e um dos fatores que mais afetam a competitividade e os custos das operações é a variação cambial. A oscilação do dólar e de outras moedas impacta diretamente a precificação dos contratos de matéria-prima e o custo das importações de insumos essenciais para a produção. Entenda como a valorização ou desvalorização da moeda influÊncia os contratos de matéria-prima, a importação de insumos e as estratégias para minimizar riscos. O papel do câmbio no agronegócio O Brasil é um dos maiores exportadores de matéria-prima, vendendo commodities como soja, milho, café, carne e açúcar para diversos países. Como grande parte dessas transações é realizada em dólar, a taxa de câmbio tem impacto direto na rentabilidade do produtor rural. Por outro lado, o setor também depende da importação de insumos como fertilizantes, defensivos, máquinas e equipamentos, que são cotados em moeda estrangeira. Isso significa que qualquer variação no câmbio pode tornar os insumos mais caros ou baratos, afetando os custos de produção e, consequentemente, a lucratividade da atividade. Como a variação cambial impacta os contratos de matéria-prima Os contratos de matéria-prima podem ser impactados pela flutuação do câmbio de diferentes formas: • Exportadores favorecidos pela desvalorização do real: Quando o real se desvaloriza em relação ao dólar, os produtos brasileiros ficam mais baratos para compradores internacionais, o que torna as exportações mais atrativas. Isso pode aumentar a demanda por commodities nacionais e melhorar a rentabilidade dos produtores. • Contratos firmados antes da valorização do real: Se um produtor fechou um contrato de exportação com o dólar mais alto e, antes da entrega, o real se valoriza, ele pode perder parte dos lucros, pois receberá em uma moeda que perdeu poder de

Produtos químicos utilizados na indústria de cosméticos
Saiba mais sobre esses insumos comercializados com alta qualidade pela AgroK A indústria de cosméticos se destaca pela busca constante de matérias-primas que combinem eficiência, qualidade e sustentabilidade. Nesse cenário, diversos insumos químicos desempenham papéis fundamentais na formulação de produtos – e fazem parte da lista de itens da AgroK. A seguir, exploramos os principais insumos utilizados na fabricação de cosméticos, suas aplicações e benefícios. 1. Glicerina Bidestilada A glicerina bidestilada é um dos ingredientes mais usados na indústria de cosméticos devido às suas propriedades hidratantes e emolientes. É comum em cremes, sabonetes líquidos, shampoos e loções, ajudando a manter a pele e os cabelos macios e hidratados. 2. Propilenoglicol O propilenoglicol atua como solvente e umectante, sendo essencial em hidratantes, loções e maquiagens. Ele ajuda na solubilização de ativos e contribui para uma textura agradável dos produtos. 3. Lauril Éter Sulfato de Sódio 70% (Lauril 70) O Lauril 70 é o responsável pela formação de espuma e ação de limpeza em produtos como shampoos, sabonetes e pastas de dente. Sua eficiência e compatibilidade com a pele fazem dele um dos tensoativos mais utilizados. 4. Lauril 27 Similar ao Lauril 70, o Lauril 27 também é usado como agente espumante e de limpeza, mas em concentrações menores. É indicado para produtos cosméticos mais leves, como sabonetes íntimos e infantis. 5. Ácido Sulfônico 90% O ácido sulfônico 90% é um tensoativo ânionico amplamente utilizado em shampoos, detergentes líquidos e sabonetes. Ele potencializa a formação de espuma e a ação de limpeza, sendo essencial para formulações de alta performance. 6. Oleína Utilizada como emoliente, a oleína proporciona hidratação profunda e toque sedoso. É encontrada em produtos como hidratantes, batons e óleos corporais. 7. Amida 60 A amida 60 é utilizada como espessante e estabilizador de espuma em shampoos, sabonetes líquidos e outros

Por que a farinha de peixe é essencial na indústria?
Conheça as diferentes aplicações desse insumo Sabia que a farinha de peixe desempenha um papel crucial em várias indústrias, além de ser fundamental na nutrição animal? Este ingrediente, rico em proteínas e ácidos graxos essenciais, é utilizado globalmente para fortalecer rações de animais, influenciando diretamente na qualidade e no crescimento de diversas espécies. Descubra a importância desse componente e como ele impulsiona não apenas a aquicultura, mas também outras áreas como a agricultura e a produção de alimentos para pets. Você entenderá por que a farinha de peixe é tão valorizada e como seu uso pode afetar positivamente a eficiência e a sustentabilidade na produção industrial. Um ingrediente cheio de benefícios A farinha de peixe é um ingrediente valioso e versátil na nutrição animal. Rica em proteínas de alta qualidade, ela se destaca como uma excelente fonte de aminoácidos essenciais. Além disso, contém ácidos graxos ômega-3, fundamentais para a saúde e crescimento de várias espécies. Assim, é frequentemente utilizada em rações para peixes de aquacultura, aves e suínos. Produzida a partir de peixes inteiros ou resíduos da indústria pesqueira, esse tipo de farinha é sustentável e ajuda a reduzir o desperdício. Seu processo de fabricação envolve cozinhar, prensar, secar e moer os peixes, resultando em um pó rico em nutrientes. É importante destacar que a qualidade pode variar dependendo das espécies de peixes e métodos de produção utilizados. Na aquicultura, melhora a digestibilidade dos alimentos e promove um crescimento mais eficiente. Para aves, ela contribui para uma plumagem saudável e ovos de melhor qualidade. Já na alimentação suína, melhora o ganho de peso e a conversão alimentar. Portanto, seu uso pode ser um diferencial competitivo para produtores que buscam otimizar resultados nutricionais. Sustentabilidade e farinha de peixe na produção A farinha de peixe tem ganhado destaque como uma alternativa sustentável

Insumos para fábricas de ração animal
Descubra quais os produtos mais usados para produzir alimentos para animais diversos A indústria de rações no Brasil se beneficia de uma vasta gama de insumos agrícolas e subprodutos de outras cadeias produtivas, incluindo a utilização de ingredientes ricos em proteínas e nutrientes essenciais, como farinha de carne, farinha de peixe e farinha de vísceras. Esses ingredientes são valorizados pela qualidade nutricional e representam uma estratégia eficiente de aproveitamento de subprodutos, contribuindo tanto para o desempenho dos animais quanto para a sustentabilidade da produção. Principais insumos agrícolas e fontes de proteína na produção de rações Além dos ingredientes amplamente utilizados, como milho e farelo de soja, o setor de rações animais incorpora fontes adicionais de proteína e minerais que ajudam a otimizar o desempenho nutricional das rações, especialmente para aves, suínos e ruminantes. Dentre esses insumos, destacam-se: 1. Milho: Normalmente, a principal fonte de energia nas rações devido ao seu alto teor de carboidratos. O milho é essencial nas dietas de aves, suínos e bovinos, sendo um ingrediente básico na formulação de rações. 2. Farelo de soja Fonte de proteína vegetal, o farelo de soja é indispensável para o crescimento dos animais. Rico em aminoácidos essenciais, ele complementa o valor nutricional das rações e é especialmente utilizado na alimentação de aves e suínos. 3. Farelo de algodão Uma alternativa ao farelo de soja, especialmente em regiões onde o algodão é amplamente produzido, o farelo de algodão serve como fonte de proteína em rações, principalmente para ruminantes. 4. Farinha de carne Derivada do processamento de subprodutos de frigoríficos, a farinha de carne é uma fonte rica de proteínas e minerais como fósforo e cálcio. É usada principalmente em rações para animais carnívoros e onívoros, como cães e gatos, além de aves e suínos em menor escala. 5. Farinha de peixe Produzida
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