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Como encontrar insumos com as devidas documentações para a produção de rações

Conheça a principal iniciativa que os fabricantes devem adotar para adquirir insumos dentro das normas do mercado Para garantir o sucesso e a segurança na produção de rações, todo fabricante precisa encarar a aquisição de insumos como uma etapa estratégica que vai muito além da cotação de preços. Afinal, no agronegócio a conformidade técnica e a rastreabilidade são os pilares que sustentam a viabilidade do negócio e a saúde animal e precisam ser levadas a sério.  Ignorar a complexidade documental dos insumos, por sinal, pode resultar não apenas em multas pesadas, mas no comprometimento de lotes inteiros, gerando prejuízos financeiros e danos à reputação da marca no mercado. Mas essa é a pergunta mais importante: como encontrar insumos que de fato sejam acompanhados de toda a documentação que o mercado exige? Este é o tema do conteúdo a seguir: leia com atenção para descobrir quais documentos considerar em sua próxima compra e como fazê-la de forma realmente eficiente. A importância da documentação técnica na produção de rações Tratando-se de nutrição animal, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) é o principal órgão fiscalizador, e suas diretrizes visam garantir que o alimento produzido seja seguro e cumpra o que promete no rótulo. Isso porque a simples falta de um documento pode travar uma fiscalização ou, ainda, esconder a presença de contaminantes que colocam em risco toda a cadeia produtiva. Abaixo, listamos alguns dos documentos mais importantes que devem ser exigidos e conferidos em cada processo de compra de insumos, tendo sido determinados pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e principalmente pelo próprio Ministério, por meio de decretos e instruções normativas: Registro do estabelecimento fabricante e do produto no MAPA Todo fabricante de insumos para nutrição animal precisa estar devidamente registrado, com seus produtos devendo seguir as normas de rotulagem e

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Tecnologia no agro: como a digitalização está transformando as negociações

Com as ferramentas e soluções que têm surgido no mercado, negociar com inteligência nunca foi tão fácil A tecnologia no agro já está presente em praticamente todas as etapas da cadeia produtiva, impactando não apenas o campo, mas também a forma como as negociações são conduzidas, especialmente no mercado de insumos agrícolas: ela redefine relações comerciais, trazendo mais agilidade, transparência e inteligência para compradores e fornecedores. Nos últimos anos, o avanço de ferramentas digitais, plataformas de gestão e soluções baseadas em dados tem transformado profundamente o agronegócio brasileiro, contribuindo diretamente para ganhos de produtividade, eficiência e sustentabilidade. Esse mesmo movimento se reflete nas negociações, tornando o processo mais estratégico e menos dependente de decisões baseadas apenas na experiência ou na intuição. Além disso, o Brasil tem se destacado como um dos principais players globais no agronegócio, o que exige cada vez mais profissionalização nas relações comerciais. Em um cenário de alta competitividade, utilizar tecnologia deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade para garantir melhores condições de compra, previsibilidade e segurança nas transações. E, a seguir, você poderá aprender um pouco mais sobre esse importante assunto. A importância da tecnologia no agro, nas negociações de insumos A tecnologia desempenha um papel fundamental na forma como as negociações de insumos são realizadas atualmente. Em um mercado onde fatores como clima, câmbio, oferta global e logística impactam diretamente os preços, ter acesso rápido a informações confiáveis se tornou essencial para a tomada de decisão. Plataformas digitais e sistemas de gestão, por exemplo, permitem que empresas acompanhem em tempo real as variações de preços de commodities como milho e soja, insumos essenciais para a produção de ração.  E, como sabemos, estas variações representam uma característica recorrente do mercado global, o que reforça a necessidade de ferramentas que auxiliem no seu monitoramento

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compra de insumos do agronegócio
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Como um representante comercial auxilia na logística da compra de insumos do agronegócio

Mais do que intermediar negociações, o representante comercial é peça-chave para garantir agilidade, segurança e eficiência na entrega de insumos no campo Na correria do dia a dia, é fácil esquecer que a compra de insumos do agronegócio, quando não atrelada à eficiência necessária, pode comprometer o plantio, afetar a produtividade e gerar prejuízos em toda a cadeia. Por isso, cada vez mais empresas e compradores buscam soluções que vão além do preço e entram também no campo da logística, da previsibilidade e da segurança na entrega. E é nesse cenário que o papel do representante comercial ganha destaque. Muito mais do que conectar quem vende a quem compra, ele atua como um facilitador estratégico, que entende a dinâmica do mercado, antecipa necessidades e organiza toda a jornada da negociação até a entrega final dos insumos. Quando falamos de fertilizantes, grãos, farinhas proteicas, óleos e outros insumos essenciais, por sinal, essa atuação faz toda a diferença. E é sobre isso que falaremos nos próximos parágrafos. A importância de fazer a compra de insumos do agronegócio com entregas ágeis e seguras A logística no agronegócio é um dos maiores desafios do setor, com distâncias longas, infraestrutura variável, sazonalidade e alta demanda em períodos específicos, tornando o processo de compra e entrega ainda mais complexo. Para quem está na ponta compradora, como fábricas de ração, cooperativas ou distribuidores, garantir que o insumo adquirido chegue no prazo correto não é apenas uma questão operacional, mas estratégica. Afinal, um atraso pode interromper a produção, comprometer contratos e gerar custos adicionais. Além disso, a segurança no transporte também é fundamental, considerando que insumos agrícolas muitas vezes exigem condições específicas de armazenamento para essa etapa, e qualquer falha nesse processo pode impactar diretamente a qualidade do produto. Por isso, contar com entregas ágeis e seguras significa

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substituir insumos em formulações de nutrição animal
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Quando é necessário substituir insumos em formulações de nutrição animal

Devendo ser feita com atenção, esta substituição pode favorecer consideravelmente o seu negócio O mercado global de nutrição animal exige uma vigilância constante sobre a composição das dietas, pois a eficiência produtiva está diretamente ligada à precisão dos nutrientes fornecidos.  Para o formulador de ração, portanto, a substituição de insumos não é apenas uma tarefa técnica, mas uma decisão estratégica que impacta diretamente a saúde dos animais e a viabilidade econômica do negócio.  Na leitura a seguir, saiba mais detalhes sobre ela e, principalmente, descubra como substituir os insumos em suas formulações A saúde animal e a eficiência econômica como contextos de mudança A decisão de alterar uma formulação raramente ocorre de forma isolada, sendo geralmente motivada por flutuações de mercado ou necessidades biológicas específicas. Um dos principais gatilhos para a substituição de insumos em nutrição animal, por sinal, é a volatilidade dos preços das commodities.  Quando o milho ou o farelo de soja atinge patamares de preço que comprometem a margem de lucro, por exemplo, o formulador deve recorrer a ingredientes alternativos, como o sorgo, o farelo de trigo ou os coprodutos da indústria de biocombustíveis, sem permitir que a densidade energética da ração caia. Para realizar essas trocas de forma segura e eficiente, é importante seguir algumas dicas fundamentais, como: Realizar uma análise bromatológica precisa Nunca confie apenas em tabelas de referência padrão, pois ingredientes alternativos apresentam grande variabilidade nutricional. Por isso, realize análises laboratoriais (como NIRS) para conhecer os níveis exatos de proteína, fibra e energia do novo lote. Dar atenção aos fatores antinutricionais Muitos substitutos contêm substâncias que podem prejudicar a absorção de nutrientes ou a saúde intestinal dos animais, como taninos no sorgo ou fitoestrógenos em certos farelos.  O uso de enzimas específicas (como proteases e carboidrases) é essencial para neutralizar esses efeitos. Fazer uma

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benefícios nutricionais da farinha de sangue
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Benefícios nutricionais da farinha de sangue na alimentação animal

Com ótimo custo-benefício, este insumo é essencial para produtores e criadores que  buscam resultados acima da média Os benefícios nutricionais da farinha de sangue representam uma solução estratégica para produtores que buscam acelerar o crescimento e melhorar a conversão alimentar dos animais.  Este insumo, proveniente do processamento adequado de coprodutos de origem animal, tem se consolidado como essencial na formulação de rações consideradas de alto desempenho, por otimizar a dieta, oferecendo alta densidade proteica. Mas, de modo geral, quais são estes benefícios, a pontos, deste tipo de farinha ser indicado para a sua produção, melhorando os resultados de seus clientes? Encontre a resposta ao decorrer da leitura a seguir e descubra, ainda, como obter este insumo da forma mais prática e segura. O que é exatamente a farinha de sangue? Indo direto ao assunto, a farinha de sangue é um produto obtido através da secagem do sangue fresco de animais abatidos em frigoríficos sob rigorosa inspeção sanitária. O processo de fabricação é minucioso: o sangue é coletado, coagulado e, em seguida, submetido a um processo de secagem que pode ocorrer por meio de diferentes tecnologias, como o spray-dry (secagem por pulverização) ou em digestores a vácuo. O resultado final é um pó fino, de coloração escura, que concentra quase a totalidade dos sólidos presentes no sangue original. Diferente de outras farinhas de origem animal, a farinha de sangue é composta quase inteiramente por proteína bruta (geralmente acima de 80%), com baixíssimos níveis de gordura e cinzas.  Sua pureza e perfil biológico a tornam um ingrediente “nobre” dentro da categoria de proteínas recicladas, sendo amplamente utilizada em dietas para peixes, aves, suínos e até mesmo como suplemento específico para ruminantes, quando permitido pelas legislações locais e respeitando as normas de segurança contra a Encefalopatia Espongiforme Bovina (popularmente conhecida como a Doença

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